Entre borboletas e furacões, eis mais um capítulo da ‘Grande Fábula’.
A garota com os olhos no céu e os pés na parede resolve escrever. Não apenas para criar frases soltas (as vezes talvez ela crie), mas com o intuito maior de permitir uma organização maior em seus pensamentos. Certo. O Por que disso agora?!;a resposta, não poderia ter como melhor justificativa um comentário que certa vez alguém lhe fizera: ‘Quando aquilo que se pensa é colocado para fora da sua cabeça, da mente, freqüentemente, faz mais sentido’. Certo. Estaria ela a procurar algum sentido então?! ‘Sentido no que’?! eu diria, pois, parafraseando o literato Jostein Gaarden, ‘desde o inicio de todos os tempos, nos encontramos em uma nave, sabe-se lá o destino e a origem e nem ao menos nos damos conta disso; e aqueles que se propõem a pensar, não são surpreendidos por esse fato’. Não há sentido.
Nada faz muito sentido… e eu gosto disso… Bem vindo a Midgard…